Brasil registra 15 casos suspeitos de “nova hepatite” Especialistas garantem que a doença ainda é rara e as mães não devem entrar em pânico

Brasil registra 15 casos suspeitos de “nova hepatite” Especialistas garantem que a doença ainda é rara e as mães não devem entrar em pânico

Sintomas muito comuns a viroses que todas as crianças podem ter como vômito, náuseas e dor abdominal. Mas a evolução é rápida e muito grave e pode levar à falência total do fígado. Esses são alguns sinais de uma nova hepatite que está assustando a população mundial. De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) já foram relatados cerca de 230 casos prováveis ​​desse tipo de inflamação do fígado em 20 países. Aqui no Brasil, 15 crianças estão sendo monitoradas.

O infectologista Marcelo Simão explicou que ainda não é possível identificar a causa dessa doença nova, que tem atingido apenas crianças até 12 anos. O que se sabe é que na maioria dos casos há presença do adenovírus, que é um vírus comum na infância, e, em outras pessoas, foi verificada a presença do coronavírus. O médico explica que, justamente pela doença ainda não apresentar um padrão de comportamento, não é possível ainda identificar as causas e muitas perguntas ainda estão sem resposta, até para os profissionais de saúde.

Dr. Marcelo disse que a doença ainda é rara e as mães não devem entrar em pânico. Ele sugere que as crianças que apresentem os sintomas da doença, que incluem vômito, dor abdominal, amarelamento da pele e olhos e aumento das enzimas do fígado, sejam avaliadas por um pediatra. Mas o médico garante que não existe motivo para excesso de preocupação e que algumas medidas podem diminuir os riscos.

O Ministério da Saúde, por meio dos Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde e Rede Nacional de Vigilância Hospitalar, está monitorando qualquer alteração do perfil epidemiológico, assim como casos suspeitos da doença. A pasta orienta os profissionais de saúde que qualquer suspeita seja notificada imediatamente.

*Com informações da Radioagência Nacional

Luis Augusto

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