Morre o radialista, empresário e dono da Escutec, Fernando Júnior Ele estava internado na UTI do Hospital São Domingos após agravamento em seu estado de saúde.

Morre o radialista, empresário e dono da Escutec, Fernando Júnior Ele estava internado na UTI do Hospital São Domingos após agravamento em seu estado de saúde.

Morreu na noite de domingo (24), aos 68 anos, o radialista, empresário e dono da Escutec Pesquisas, Fernando Júnior. Ele estava internado na UTI do Hospital São Domingos após agravamento no seu estado de saúde.

Há um ano Fernando enfrentava um câncer de próstata. Submetido a tratamentos de rádio e quimioterapia, inclusive em São Paulo, onde  esteve no mês de dezembro passado, há 15 dias, o empresário teve seu estado de saúde agravado e foi internado no hospital São Domingos.

O quadro piorou neste fim de semana, o que levou os médicos que o assistem a entubá-lo, na manhã deste domingo.

Depois da entubação, Fernando Junior sofreu quatro paradas cardíacas, estabilizado, mas pouco depois das 19h veio a óbito.

 

SISTEMA BACANGAFM ;

NOSSO SENTIMENTOS A FAMILIARES  E AMIGOS

Luis Augusto

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Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem.  Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos.   Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil.  A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox.    O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país.   Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde.  *Com informações da Radioagência Nacional

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