Balanço parcial da PRF registra 21 feridos e 2 mortos na Operação Independência

Balanço parcial da PRF registra 21 feridos e 2 mortos na Operação Independência

Balanço parcial da PRF registra 21 feridos e 2 mortos na Operação Independência

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço parcial da Operação Independência, que começou na última sexta-feira (3) e termina na próxima quarta-feira (8), nas rodovias federais que cortam o Maranhão. Até o momento foram contabilizados 13 acidentes, com 21 feridos e dois mortos.

As duas mortes aconteceram na BR 222, em Buriticupu, e na BR 316, em Timon. De acordo com a PRF, os acidentes foram do tipo colisão lateral e transversal e ambas causadas por motocicletas.

Segundo o inspetor da PRF, Antônio Norberto, a quantidade de acidentes pode ser explicada pelo excesso de velocidade, ultrapassagem indevida e embriaguez ao volante.

“Estamos colocando radares móveis em vários locais do estado, pois a velocidade e ultrapassagem são os maiores responsáveis pelos acidentes. Além disso, estamos realizando sucessivas fiscalizações e prisões por embriaguez”, destacou.

A PRF também registrou infrações pelo não uso do capacete por motociclistas e o transporte de crianças abaixo de 10 anos, o que é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

“Estamos monitorando tudo e já solicitamos o retorno de vários carrinhos, ônibus em péssimas condições ou por falta de acento. Para o retorno a São Luís, iremos intensificar mais ainda a fiscalização”, disse.

Luis Augusto

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Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem.  Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos.   Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil.  A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox.    O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país.   Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde.  *Com informações da Radioagência Nacional

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