Maranhão tem mais de 400 famílias desabrigadas por causa das chuvas Cidades seguem em situação de alerta

Maranhão tem mais de 400 famílias desabrigadas por causa das chuvas Cidades seguem em situação de alerta

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão(CBMMA), mais de 400 famílias estão desabrigadas ou desalojadas em todo o Estado, por causa das fortes chuvas que têm caído desde o fim do ano passado.

Na cidade de Mirador, já são cerca de 203 famílias desabrigadas ou desalojadas, por conta da cheia do Rio Itapecuru que inundou o município.

Em Imperatriz, a Defesa Civil contabiliza cerca de 229 famílias desabrigadas ou desalojadas. Mais de 430 pessoas estão vivendo em abrigos.

As cidades de Barra do Corda, Jatobá e Grajaú estão em situação de emergência. Os municípios de Itapecuru-Mirim, Coroatá, Pirapemas, Cantanhede, Santa Rita e Rosário estão em situação de alerta.

Luis Augusto

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Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem.  Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos.   Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil.  A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox.    O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país.   Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde.  *Com informações da Radioagência Nacional

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