Rayssa Leal: ‘Dormi só quatro horas’, diz medalhista skatista em Tóquio

Rayssa Leal: ‘Dormi só quatro horas’, diz medalhista skatista em Tóquio
Rayssa Leal conquista prata no skate e se torna a medalhista olímpica mais jovem do Brasil

 

Veja o vídeo que transformou Rayssa Leal em Fadinha

Veja o vídeo que transformou Rayssa Leal em Fadinha

Trajetória

O ano era 2015 e a maranhense Rayssa Leal era apenas uma criança que havia ganhado um skate dos pais. Nas ruas de Imperatriz, no Maranhão, a menina brincava com o presente novo vestida de fada azul. Até que a execução de uma difícil manobra, conhecida como “heelflip”, alçou Rayssa ao estrelato após um vídeo do feito viralizar nas redes sociais. Por sorte, tudo foi gravado: reveja no vídeo acima.

Tamanho sucesso fez o vídeo ser compartilhado até por Tony Hawk, lenda do esporte, e Rayssa ficou conhecida como “fadinha do skate”. Hoje aos 13 anos, a protagonista do vídeo, que tem a liberdade de chamar as pessoas de tio e tia, virou medalhista olímpica com a prata no street skate nos Jogos de Tóquio.

De Imperatriz para Tóquio

Tímida e de poucas palavras, Jhulia Rayssa Mendes Leal nasceu em Imperatriz, no sudoeste do Maranhão. Com o sucesso do vídeo de 2015, ninguém mais teve dúvida do talento da menina para o esporte, que estreou como modalidade olímpica nos Jogos de Tóquio.

Em Tóquio, Rayssa reencontrou o “tio” Tony Hawk. E, desde a última semana, o americano está “tietando” Rayssa e gravando vídeos dos treinos da garota em Tóquio.

“Há 6 anos ele [Tony] me apresentava pro mundo do skate compartilhando meu vídeo vestida de fadinha, hoje me filmou nas Olimpíadas. Isso tudo é muito incrível, estou vivendo um sonho’, publicou Rayssa nas redes sociais após encontrar o ídolo.

22 vídeosVeja o vídeo que transformou Rayssa Leal em Fadinha

Luis Augusto

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Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem.  Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos.   Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil.  A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox.    O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país.   Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde.  *Com informações da Radioagência Nacional

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