Secretário de Saúde Carlos Lula: “Ofereci parceria para o prefeito Braide e ele não aceitou” Lula concedeu entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã.

Secretário de Saúde Carlos Lula: “Ofereci parceria para o prefeito Braide e ele não aceitou”  Lula concedeu entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã.

O Maranhão é o único estado da federação que zerou a fila para tratamento de câncer. Antes, a fila de espera para radioterapia chegava até a um ano e meio. Esse é o resultado do trabalho focado na melhoria dos serviços de saúde desenvolvido pelo secretário Carlos Lula, descrito pelo titular da pasta desde 2016 em entrevista à Central de Notícias.

Na avaliação do secretário de Saúde do Estado, no atual governo houve estruturação do sistema para que ele possa funcionar bem daqui em diante. Essa estruturação expandiu serviços em Viana, Chapadinha, Bacabal, Santa Luzia do Paruá, Balsas, Colinas, Barra do Corda, Coroatá, Timon, Pinheiro, Imperatriz e outros municípios da zona central, norte, sui, oeste e leste do Maranhão.

“Hoje você não espera. Recebe o diagnóstico, realiza os exames e logo começa o tratamento”, afirma Carlos Lula.  Para o secretário, o grande trabalho do governo Flávio Dino foi a expansão da rede com sustentabilidade.

Jornalistas Humberto Fernandes e Henrique Bóis entrevistam o Secretário Carlos Lula. (Foto: CN)

Na entrevista, o secretário disse lamentar a insensibilidade do prefeito Eduardo Braide (Sem partido) em fazer parceria com o governo para expandir o atendimento.

“Tenho falado muito com o secretário Joel, apontando isso. O Estado  está de portas abertas para trabalharmos junto. A disputa eleitoral se dá em outro momento”, afirmou Lula.

O secretário citou que por falta de parceria, não seja melhorado o atendimento na pediatria. “Ofereci o hospital da criança para atender pacientes do município onde precisamos fazer obras onde as crianças estão internadas. Ele não aceitou”, relatou o secretário.

Números

Lançando um olhar sobre os números, o secretário Carlos Lula fez um balanço do governo do Estado na gestão Flávio Dino. Segundo o secretário, foram construídos 21 hospitais regionais e macrorregionais; entregues 15 policlínicas; 380 ambulâncias; e uma grande rede de serviços no interior do Estado e na capital. Foram mais de 90 inaugurações realizadas com entrega de 101 serviços de saúde.

O secretário Carlos Lula compara o funcionamento do Sistema Único de Saúde atualmente com o passado.

“O SUS nunca cumpriu tanto com sua função como aconteceu neste governo. O Estado do Maranhão é onde mais as pessoas acessam o SUS. A gente tem 95% dos maranhenses dependentes do SUS. Temos pouco mais de 300 mil pessoas com plano de saúde. Durante muito tempo, infelizmente não tivemos esse acesso permitido”.

Quando assumiu a secretaria em 2016, o Maranhão possuía leitos de Unidade de Terapia Intensiva apenas em São Luís e Presidente Dutra. Em Imperatriz, os leitos eram contratados na rede privada. Todas as unidades entregues pelo governo hoje contam com leitos de UTI.

Luis Augusto

Posts Relacionados

Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem.  Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos.   Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil.  A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox.    O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país.   Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde.  *Com informações da Radioagência Nacional

Depois de vários casos suspeitos e descartados nos últimos 60 dias, o Maranhão registra o primeiro caso de Monkeypox no estado. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa quarta-feira. O paciente, um homem de 42 anos, com comorbidades, está internado com quadro clínico estável, no hospital estadual Carlos Macieira, que fica em São Luís. Ele mora na capital e não apresenta histórico de viagem. Ainda segundo a Secretaria, outros três casos estão sob investigação. Um na capital e outros 2 no interior do Maranhão. O Brasil tem hoje, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 2.400 casos confirmados, além de mais de 2.900 casos sob investigação dos órgãos de saúde dos estados. Ou seja, os números podem dobrar já nos próximos dias. São Paulo continua como o estado com maior número de infectados, são mais de 1.600 pacientes com diagnóstico positivo para a varíola dos macacos. Por causa deste cenário, além da vulnerabilidade da população, com a indisponibilidade das medidas de prevenção, como vacinas, o Ministério da Saúde estabeleceu um alerta máximo para acompanhamento da varíola dos macacos no Brasil. A pasta lançou esta semana o Plano de Contingência Nacional para Monkeypox. O material apresenta informações estratégicas para contenção e controle da doença no país e dá orientações assistenciais, epidemiológicas e laboratoriais para a gestão dos casos de varíola dos macacos, uniformizando os procedimentos das unidades de saúde em todo o país. Entre as orientações, o Plano destaca ainda que é preciso monitorar o estoque central de medicamentos para tratamento da doença, adquiridos de forma centralizada pelo Ministério da Saúde. O primeiro lote da única vacina disponível no momento contra a variante humana da Monkeypox deve chegar ao Brasil em setembro, segundo informou o Ministério da Saúde. *Com informações da Radioagência Nacional

Deixe um comentário